Vinha por este meio deixar algumas impressões do que sucede hoje de tarde, num belo Domingo.
Encontro-me no sofá, com o portátil e como devem imaginar a escrever no blog. A minha mais que tudo está ao meu lado, conversando activamente com os seus tios e mãe. Já vai para cima de uma hora que todos conversam e apesar de não ser a minha família de sangue, já os vejo como se fossem do meu sangue. Não é ao acaso que já lhes chamo Tio J., Tia. I., Tio A., só a mãe da minha namorada é que por respeito e confesso que patente hábito não há forma de me habituar a uma forma de tratamento diferente de Dona. A.
Sendo eu um humilde menino de Vila Real, habituei-me sempre a tratar as pessoas mais velhas com o máximo de respeito possível, e principalmente da família da minha Pintainha, com o qual tenho o prazer e gosto de estar todos os dias, nem que por 5 minutos seja.
Apesar disso, sendo que a quadra natalícia se aproxima, vejo notoriamente uma diferença em relação a esta quadra passada na minha terra natal: muito mais gente se passeia pela casa da minha menina do que pela minha. Ao mesmo tempo, dou-me conta do sururu e das conversas cruzadas e paralelas, diagonais e horizontais entre as várias pessoas que formam um círculo através.
As conversas do estado da economia, das taxas e impostos que se podem ver, de casos insólitos, de um cemitério, pela iluminação do espaço, conter uma taxa audiovisual (que para quem não sabe é o contributo de toda a alma para o serviço público de televisão, vulgarmente apelidada de RTP). Bem aproveito para dar apenas uma pequena luz, a taxa é uma forma de contribuição que visa que os utilizadores de um certo serviço seja financiado de forma directa por quem dele beneficia. Se partirmos deste conceito simplificado, podemos ver que os que supostamente descansam em paz, não têm nem insónias, nem qualquer utilidade para os restos mortais.
Hilariantes histórias vão sendo trocadas e é sempre humorado a forma como se fala e pelos quais se verificam as incoerências do nosso país. Como os serviços de telefone, entre a PT, Meo e outras marcas que tais. Isto também é Natal e sabe a Natal, ser uma altura em que as famílias se reúnem numa só casa, conversando freneticamente.
Feels good to be home right next to you. *@
domingo, 12 de dezembro de 2010
sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
Obama à frente do seu tempo!

A 2ª notícia que li dizia respeito a um assunto em voga em todo o Século XXI: A Homossexualidade.
A Homossexualidade foi fruto de inúmeras discriminações, perseguições, mortes, crimes indescritíveis e autêntica caça às bruxas de toda e qualquer pessoa que se suspeitasse que poderia ter esta inclinação sexual. Foi também considerada como uma coisa do demónio nos países de fé cristã, enquanto os gregos praticavam abertamente a homossexualidade como uma fase da vida entre os homens que se deleitavam durante a sua adolescência e treino militar com os prazeres mais sonegados dos mais velhos gregos.
Chegou também a ser considerada uma doença e uma patologia que algumas pessoas sofreriam por terem uma parte do cérebro afectado, que lhes impedia de agir de acordo com a sua natureza em procurar a género oposto, sempre com um propósito elementar de procriação e multiplicação da espécie.
Hoje penso que o mundo avançou bastante no que diz respeito aos direitos dos homossexuais. Portugal país ainda dos mais conservadores da Europa, revolucionou a legislação civil, sucessória ao retirar qualquer designação depreciativa a pessoas homossexuais. Face à lei civil foi-lhes reconhecidatodos os direitos civis, que um Estado laico deve plasmar em toda a sua magnitude a todos os indivíduos que façam parte da sua tutela e da sua responsabilidade, sendo o Casamento, enquanto jurídicamente classificado como um contrato entre duas pessoas não de sexo diferente como anteriormente se ditava, mas como duas pessoas independentemente do sexo. A Igreja não conseguiu emiscuir-se nesta matéria, tanto mais que inicialmente condenou esta evolução legislativa, e agora já considera aceitável esta actuação estando a própria Igreja a mudar a forma de ver as coisas, apercebendo-se que a população tem muito mais consciência e conhecimento do estado do mundo para não ligar a certos preconceitos que nem "Cristo" olhou à 2010 anos atrás.
Assim enquanto Portugal consagra efusivamente que jamais será tolerada qualquer tipo de discriminação em função da orientação sexual do indivíduo, assim ditada na Constituição da República Portuguesa, e nisto temos de dar o nosso aceno e merecida vénia por termos agido de forma correcta perante pessoas que não tem problema nenhum apenas não optam por agir da forma que a sociedade espera que actuem, mas isso não é da sua competência, a auto-determinação da pessoa assim impõem que a sociedade respeite as liberdades individuais e bem mais assim a liberdade de determinação sexual consoante as convicções da própria pessoa.
Mas se Portugal actua assim, o mesmo não se pode dizer dos Estados Unidos da América!
O país mais avançado e mais poderoso do mundo (ou não) arroga-se de receber no seu país todas as pessoas de multiplas etnias, raças e ideologias, no entanto, enquanto o país "defensor da democracia" apregoa esta máxima, o Senado dos Estados Unidos afundam toda a propaganda.
Como fizeram eles isso?
O Senado recusou-se a anular a lei que proibe qualquer homossexual de servir as Forças Armadas Americanas. Apesar dos apelos de Obama, e de fundamentar a sua pretensão em estudos realizados junto da população e dos serviços militares, concluindo que a sexualidade das pessoas em nada prejudica a actuação das forças militares, adicionando ainda que a maioria esmagadora dos soldados americanos se encontram preparados e sem qualquer objecção de que soldados assumidamente homossexuais sirvam o país a seu lado. O Senado recusa dar aval ao Presidente Americano que assim fica desapontado, pelas corujas velhas e decrépitas que continuam a aprovar e rejeitar leis desde Benjamin Franklin, à mentalidade de Século XVIII. As pessoas do Senado devem ter mudado certamente em 300 anos, no entanto, a atitude perante o país parece igual...
O Senado deve concerteza pensar que a homossexualidade é uma "doença" transmissível. Se forem como a Assembleia da República Portuguesam, que em anos anteriores mostrou igual renitência à homossexualidade, apesar de paradoxalmente ser o maior lobby instalado de homossexuais.
Obama foi para presidente na altura errada, lidar com estas coisas deve fazer pensar se os Estados Unidos da América é o país que está a governar ou se sem se aperceber viajou no tempo para se circundar de mentes retrógadas.
Assange até quando?

Bem estava eu a vasculhar algumas notícias para me manter cultivado e deparei-me com duas notícias bastante interessantes.
1.º Comecemos pelo caso Assange:
O senhor Assange pelo que toda a gente deve saber que passou a ser um dos homens mais mediáticos da actualidade por ter acesso a uma quantidade infindável de documentos secretos sobre quase todos os países do mundo revelando factos assustadores e bastante reveladores do que se vai passando nos bastidores dos círculos de poder, dos meios de gente influente e etc...
Assange fundador da Wikileaks, fez o Mundo estremecer, contra o poder instalado e pela aparente coerência e credibilidade de imensas figuras públicas, do cenário político e não só ao revelar factos incriminadores de actos hediondos contrários à lei.
À primeira vista, isto devia ser mais do que motivo para iniciar os respectivos procedimentos criminais e despoltar toda a investigação inerente às informações que têm vindo a público pelas entidades de direito. Contudo até ver nada foi feito, e ainda mais hilariante é o facto de se colocar em causa pessoas importantes da actualidade e dos finais do Século XX, como Joaquim Chissano que está apontado como um dos maiores narcotraficantes de África, que se serviu do lucro da droga para financiar a FRELIMO durante décadas.
Apesar das informações que foram reveladas, os países e as pessoas visadas até ao momento optaram por não comentar seja o que for. Pessoalmente acho que quem não deve, também não teme, e não teria qualquer receio de afirmar publicamente o contrário das declarações trazidas a público pela Wikileaks, a menos que haja algo que não possam negar pois poderia despoltar mais revelações chocantes referentes à mesma pessoa ou a outras pessoas directamente ligadas à primeira notícia desencadeando um efeito "bola de neve" como já não se via desde a Revolução Francesa (onde muitas cabeças rolaram e parece que sinais estão a ser dados que a "guilhotina" pode vir novamente a pender sobre muitos pescoços).
Seja como for, tenho assistido com alguma perplexidade, ao que se seguiu após as primeiras informações terem sido lançadas para a opinião pública tornando-se do conhecimento generalizado sobre a ocorrência de certos factos. Mas que sucedeu afinal?
Assange é preso!
Perguntam vocês: Mas foi porque colocou a público informações confidenciais ou extremamente comprometedoras da honra e imagem das pessoas alvo?
Respondo eu: Claro que não! Isso não interessa nada, porque os visados agem como se não se passasse nada nem como algo de mal se tivesse passado, o melhor remédio é ignorar até o povo esquecer o incidente, e como não houve reacções dos "criminosos" e "burlões" então o povo que vai ocupado no seu caminho rotineiro do dia-a-dia, nem se apercebe na sua plenitude sobre o estado a que as coisas chegaram. Da grosseira e grande verdade que expõe figuras públicas, a crimes quase patenteados contra a humidade dada a escala em que são praticados.
Afinal porque foi preso Assange?
Porque alegadamente violou duas mulheres na Suécia! Mas isto porque subitamente se lembraram que o senhor havia estado com elas e de terem relações consensuais, algures no meio da intensidade do momento as senhoras decidiram que era violação. Atenção que não estou a desrespeitar as senhoras que já sofreram este flagelo, apenas existem diversas fontes em que as senhoras visadas, não só admitem quererem vingar-se de Assange, e encontraram a forma perfeita para indiciar o mesmo de um crime que alertaria os agentes da autoridade a movimentarem-se a toda a velocidade. Numa situação em que apenas o senhor e a senhora estiveram, como pode o homem defender-se para dizer que não houve violação propriamente?
Vamos partir da relação básica em que homem e mulher interagem de uma forma mais íntima e até mais intensa, podem resultar daí um arranhão ou uma marca pelos movimentos mais atabalhoados realizados de parte a parte. Até aí nada de mal certo? Então e se a senhora chegar à polícia e disser: Aquele senhor violou-me, pode ver aqui as marcas, fui forçada, não queria e ele obrigou-me!
Pergunto-me: será que o homem tem assim tanta forma de defender a sua inocência perante estes "factos"?
É bastante difícil, considerando o país em que se realizou esta actividade (Suécia) onde a violação é vista como uma coisa hedionda (como deve ser) mas também alegadamente usada de forma indevida para acusar pessoas e mancharem o seu nome na sociedade. Assim que esta acusação foi feita pelas duas senhoras, que por acaso são amigas apesar de viverem em sítios diferentes na Suécia, coincidência que estiveram com o mesmo homem e foram violadas, facto que já veio a ser desconsiderado pelas senhoras que admitiram estar a agir puramente por vingança.
Mas a Interpol que têm imensa influência política na sua actuação, deslocou-se ao Reino Unido e deteve de imediato Assange, parece-me algo precoce uma actuação de uma figura mediática que tem revelado tanta informação, nunca negada, e parece que dia 14 está anunciado a sua libertação. A caça ao Homem mantém-se!
Assange não deve ter muito tempo de vida da forma como a comunidade internacional e os grandes peixes estão a ser tocados na ferida de uma forma tão directamente.
Apesar disso vale-nos o "humor" penso eu da Russia que perante toda esta caça ao homem, referiu uma fonte perto do Presidente: "As organizações governamentais e não governamentais, deveriam pensar em como ajudar Assange" acrescentando: "Talvez nomeá-lo para o Nobel da Paz ajudasse".
O degredo é patente... qualquer pessoa que contrarie o poder instalado, tem os dias contados e iniciativas destas serão lançadas para descredibilizar e destruir a vida da pessoa.
domingo, 28 de novembro de 2010
Moment of the day

On the 27th i made my first christmas tree with my love.
And there were even christmas classic presents!
Curious? Hell yeah!!!
sábado, 27 de novembro de 2010
Dolce Far Niente
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
E depois da greve?

Quarta-feira, dia 24 de Novembro foi notoriamente apelidada como a maior greve de que há registo!
O que à primeira vista, faria com que toda a gente dissesse: "Finalmente Portugal mudou e decidiu corrigir as suas falhas e tornar-se um país melhor!"
Contudo numa segunda abordagem e perante a realidade conseguimos dizer que houve greve, mas o que mudou depois da greve? Além dos trabalhadores dos diversos sectores terem protestado contra as suas condições de trabalho e toda a precaridade inerente à crise, resta muito pouco para colher de "frutos" de uma greve tão aparatosa. Sabemos que estes grevistas não eram uns grevistas quaisquer, estavam possuídos por um espírito de ser português num mau sentido, chorando e reclamando que a mama está quase seca a nível comunitário, que tudo o que viveram em décadas de governação tanto de esquerda como de direita não foram suficientes para garantir o futuro em diversos sectores chave, como a saúde e as pensões e reformas.
Contudo o que penso que nenhum líder sindical e todos os pró-greve pensaram foi: a nossa greve irá marcar uma posição e demonstrar ao governo a força do povo e a sua indignação perante a actualidade, MAS também vai custa milhões ao país que são suportados não pelo governo, mas por todos nós que têm uma capacidade contributiva por mais ínfima que seja, aposto que não tardará a ser agravada, a exigir-se mais um "aperto do cinto" e em prol de atingir metas comunitárias, subir quiçá um pouco mais os impostos, matéria que nunca foi tocada do 25 de Abril (ou então foi imensas vezes).
Então que expectativas têm as pessoas?
Eu penso que neste campo as pessoas limitam-se a expectar aquilo que o Estado se disponibilizar a dar e nada mais. A propósito disto, segue uma história engraçada, numa deslocação que fiz à Segurança Social para abrir actividade no qual tinha direito a uma isenção (olhem para mim importante, abrir a actividade para algo completamente inútil só por capricho de um empregador muito mau pagador), estavam inúmeras pessoas como era de esperar num serviço daquela natureza (coisa que eu nunca lá tinha posto os pés, mas ao que parece já é um ritual para muitas pessoas) ao que uma senhora inicia uma conversa dizendo que a vida está difícil, que a população se encontra grandemente envelhecida, acusando que os jovens emigram ou então ficam sem condições para terem filhos cedo, adiando a decisão para depois dos 30 ou algo parecido. Entretanto a conversa ia-se desenrolando perante uma menina aparentemente jovem que esperava igualmente na fila para entrar no serviço público, empurrando o carrinho do seu bebé, concordando plenamente com o discurso da senhora mais idosa. Eu como recatado sujeito que sou, não tugi nem mugi perante as barbaridades que estavam a ser proferidas, senão eis que então a audaz senhora idosa abre da sua boca, desafia as cordas vocais a traduzirem o que o cérebro não devia ousar pensar, saindo por fim um: "a culpa das pessoas não terem mais filhos é do Governo, porque não dá subsídios para as pessoas os fazerem!".
Decerto se compreenderá que fiquei parvo, atónito, perplexo, pálido e tudo que mais possa descrever o meu estado de choque e espanto por tal frase. Então não é que aquela senhora que aparentava merecer algum respeito, perdeu toda a credibilidade ao vomitar tais palavras, como se perfeito sentido fizessem na harmonia universal? Apeteceu-me francamente intervir, e até bater na senhora idosa que com aquela frase merecia um bom par de estalos naquela face enrugada para abrir os olhos para a realidade.
Obviamente me acalmei, respirando o mais calmamente quanto a situação me exigia e optei por não dar uma lição de cidadania e de responsabilidade em relação às nossas obrigações perante o país, dizendo que o Estado nada tem que subsidiar, muito menos para as pessoas andarem a fazer filhos, isso é um absurdo total e completo, a meu ver até merecedor de umas chicotadas valentes no traseiro das pessoas para perceberem a asneira que disseram (antigamente no tempo delas isto parecia resolver todos os problemas).
E depois vem gente que só pode ter o pensamento similar a esta história real fazer greves não é?
Pois se há coisas que me envergonho enquanto português é de partilhar o ar e o espaço com gente sem nível, educação, sensibilidade, responsabilidade, consciência global de que não estamos sozinhos no país e que as nossas acções tem sempre uma consequência. Há formas de protestar e de mostrar a nossa indignação perante o estado das coisas, que normalmente se reflectem em resultados eleitorais, em investimentos próprios na criação de emprego por acharmos que o sector público já não tem o seu ar irresistível para garantir um emprego para a vida, e que os 475 € ou lá quanto é aquela esmola para grande parte dos portugueses que trabalham imensas horas para ganharem perto de nada e mesmo assim têm de pagar casa, comida, contas, etc...
Acordem e vejam que há sempre alternativas, não é ficar à espera de subsídios nem de greves milagrosas. Quem leu os jornais hoje, já se deve ter apercebido que apesar da greve com 3 Milhões de Portugueses, o governo mantém-se irredutível e como tal fica tudo na mesma, porque a crise e a situação económica exigem que sacrifícios sejam feitos e como tal agora não é o tempo de chorar mas de arregaçar as mangas e trabalhar mais e melhor.
P.S. - Fazerem greve e bloquearem e impedirem quem quer trabalhar de chegar ao seu posto de trabalho ou de entrar nas instalações, faz-me pensar na ignorância e falta de respeito por quem pensa de forma diferente. Quem tentou ir trabalhar e não prejudicar mais o país, não teve nem autocarro, nem metro, nem acesso ao edifício do seu trabalho.
Viva a greve... ou não.
sábado, 20 de novembro de 2010
Feliz? Hell Yeah!

Eu sei que é tarde, e que tinha dito que ia dormir, mas o fim do dia de sexta não se pode dizer que tenha sido igual aos outros pois não?
Eu vi que em ti há tanto de bonito e gigante como de sensível e vulnerável. A dicotomia é realmente interessante e obriga-me a perceber o meu papel e nunca por nunca me esquecer de que estou a lidar com aquilo que tenho de mais bom na minha vida e como tal tenho de ser muito cuidadoso.
O dia de hoje foi tão mágico que por muito que tente explicar-te não serei capaz de te dizer o quanto me tocaram as tuas palavras, que sabes muito bem o que disseste e como disseste.
"És feliz?" Perguntei-te isto querendo ter a certeza que no teu mais íntimo estaria a correspondência ao sorriso que mostras todos os dias mesmo quando a vida ou quem te rodeia te tenta deixar fora de ti e como o teu semblante sabe ser generoso com quem amas. Admiro-te verdadeiramente também por isso, porque sei que é preciso muito para ter esse grau de maturidade e não deixar que coisas mais simples nos toquem e nos tirem do sério. You set your priorities right girl! É uma das coisas em que te posso seguir como exemplo meu amor. Percebes o quão importante por isto e outras coisas, preciso de ti na minha vida, e não consigo imaginar uma vida sem te ter a meu lado?
Quis deixar-te aqui mais uma das muitas pelas quais te dou muito valor e te considero uma Mulher a sério.
"As cruzes já não existem aqui onde estavam" - Deixo-te com esta frase que só tu irás perceber.
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