terça-feira, 10 de abril de 2012

How to draw a pegasus



Why should i be asking on how to draw a pegasus? Well during my early days there were a lot of cartoons that were part of my daily life, that made my imagination thrive and bloom.

One of them was a very old tv series cartoon that showed me in japanese the ability to understand gestures and pictures as difficult as they might be to the extent of getting the picture and the whole story, even if it was like very hard to do so.

This means that for an infant of like 5 years old, there weren't many ways to get there, but one thing for sure was my attitude to understand it to the maximum.



Those moments as a little boy when little things worried me and the beauty of the tiniest thing would make my day.

Who didn't had them?

terça-feira, 3 de abril de 2012

A little pearl @ Naruto Generations


Aqui está um momento de puro deleite para alguém que segue de forma tão aficionada a série.

Pedaços de história, diálogos e de vídeos que normalmente não se viram na série nem nos livros, e que são uma delícia.

Quanto ao jogo ainda não o pude explorar ao máximo, mas as histórias já foram todas feitas, as diversas campanhas, deixando uma nota para o "lol" que foi feito do Killer Bee.


Puro sentido de humor no jogo.

Fica a recomendação para que experimentem.

domingo, 1 de abril de 2012

NARUTO ULTIMATE STORM GENERATIONS



"Mowe seja louvado"

A anterior expressão, é uma alteração da original, mas que de facto para um aficionado desta série de jogos do Naruto, tendo todos os títulos no meu quartinho, foi com inquietação que tivemos de correr tudo e mais alguma coisa para lá chegar.

Tanta loja fomos nós percorrer... a resposta era recorrente, já desde a hora de almoço que está esgotado diziam-me vez sem conta por onde fosse.

Numa última esperança que o Mowe tinha e eu não, fomos à uma loja na qual nem acreditava ser possível, e ao contrário de todas as lojas, eles estavam naquele preciso momento a desembrulhar os exemplares deste jogo para colocarem nas prateleiras, tendo acabado por me calhar o 1.º exemplar da loja.

Thank God! ... ups... Thank Mowe!

And so they were 4...




Depois de findo o 3.º desafio de leitura lançado por mim mesmo, a uma saga que ainda não viu os últimos passos serem dados.

Para Pug ou Milamber, consoante o reino em que esteja, as coisas parecem não serem facilitadas e cada vez o peso dos 2 mundos está a ser carregado sobre o seu manto preto. Mais pesado e cada vez mais poderoso no seu mundo, não demonstrou para já estar à altura de lutar com os deuses.

Assim depois da saga do Espinho de Prata, em que se procurava uma cura para uma princesa, com que casaria o Príncipe do Reino, a empolgação é mais que muita para ver esta aventura revelar o seu desfecho sem nada de previsível.

Personagens morrem, e os heróis só o são enquanto vivos estão, perecendo de forma inesperada, e muitas vezes saindo alguém de um grupo vivo por pura "sorte".

A aventura é lançada no 4.º livro com Pug, a estudar e treinar magia junto de uma raça dos Elfos, a mais antiga de todas, que serviu os Valheru, os Senhores dos Dragões.

Boa demanda!

sábado, 17 de março de 2012

Café para pensar se faz favor




Vai um café para acompanhar o raciocínio?

Se sim, sirvam-se.

O que se segue foi apenas um pensamento que acabou por tornar-se complexo e pela complexidade, outras questões me assombraram a mente e com isso, o meu sono está contado.

Eis o que impediu o meu cérebro de descansar: Podemos verdadeiramente avaliar o mérito de alguém?

O mérito que me refiro é aquele que de mais geral existe. Para se criar uma forma de o quantificar, qualificar, medir, recorreu-se a todas as teorias explicativas que poderiam fazer realçar uma determinada característica de alguém no desempenho de uma função.

Tomemos por assalto a hipótese de um cidadão vulgar, médio e razoável. Este sujeito, honra os seus compromissos da vida vespertina, e através disso dir-se-ia que está a fazer o trabalho esperado para o lugar que ocupa. Mas imaginemos também que além do esperado no dia-a-dia, esse cidadão ainda recorre à sua maneira de ser para ajudar quem pode dentro das suas limitadas possibilidades, isto em si é o que se diria de óptimo exemplo e realmente invejável para quem tem bem mais que ele e nada ou muito menos fará comparativamente com o sujeito mediano.

Agora imaginemos que essa pessoa recebe uma grande quantia de dinheiro. O que se esperaria que ela fizesse?

A resposta mais óbvia seria dizer que a pessoa iria ajudar mais pessoas ainda o que seria óptimo para todos certo?

Pois é aí que está o cerne da questão. As pessoas nem sempre se comportam da maneira esperada. Uma coisa é deixar as pessoas no seu meio normal e habitual, onde as expectativas são fazer o melhor possível com o que se tem. No entanto, quando se tem muito o paradigma parece mudar, se não sempre, pelo menos na maioria dos casos. Devido ao factor que está em questão ser muito mais abundante, a pessoa naturalmente irá pensar que quando se têm pouco, ajudar não custa, onde come uma pessoa, certamente comerão duas, no entanto, quando se tem muito, onde comem cinco ou seis, será mais difícil transportar o mesmo raciocínio para imaginemos um milhão de pessoas.

Então o novo paradigma está relacionado com o facto desse ex-sujeito exemplar, actualmente apenas ajudar em comparação, uma pequena quantidade de pessoas daquelas que potencialmente teria capacidade para ajudar. O que dizer desta pessoa? Faz o que pode? Faz o que quer? Faríamos nós mais por mais gente? Não estaremos a maioria no mesmo patamar de quem acabou de "ter sorte", no entanto, sonhamos com isso e projectamos essa possibilidade, mais facilmente condenamos o "sortudo" do que tentamos por-nos no seu lugar.

Daí que verdadeiramente pode ou não a pessoa que sempre ajudou o próximo e que continua a fazê-lo, virar-se para si própria, cuidar/mimar tudo o que é seu, que sempre foi, tratar o seu espírito, o seu corpo e a sua essência, dar um tempo a si mesmo, viver para si também, dentro das suas novas possibilidades. Isso não significa que a pessoa seja entendida, mas facilmente não se é entendido se pensarem bem nisso, basta saírem do padrão e serão alvos de olhares julgadores ou de considerações e comentários, sempre o foram toda a vida. Não era neste momento que algo seria diferente.

Os objectivos mudam, e as fasquias alteram-se mas aquilo que as pessoas são ou podem vir a ser, será sempre alvo de censura (sussurrada ou não).

É uma teoria sem solução à vista, pois cada um terá a sua opinião. Aqui vai a minha: Todos para o diabo que os carregue. Vivam a vida, ajudem as pessoas que puderem e que não tiveram a mesma sorte. E caso isso não suceda... Bem a Natureza tratará disso, como sempre o fez desde os primórdios.

terça-feira, 13 de março de 2012

Três Séculos e Meio *@



42 Décadas!

Estou feliz e sinto-me mesmo bem! Achei que devia partilhá-lo de uma forma que não houvesse margem para dúvidas do que as palavras querem dizer. Deixo aqui uma "pegada" da minha história com alguém que me dá vida à própria alma.

O meu "animus" e minha razão de sorrir todos os dias. Quando tudo o mais falha, sei que para porto de abrigo tenho sempre a minha mais que tudo, aquela eterna menina que apenas com 1 olhar ou um beijo diz mais do que o mais nobre dos poetas ou dramaturgos numa obra inteira.

Sei que alguém assim na nossa vida, é ao mesmo tempo uma grande responsabilidade, tudo o que de valioso temos, sabemos que exigem cuidado, atenção, mimo e amor. Será assim que eu vejo o nosso dia a dia para reinventar e magicar novas formas de te tornar a menina mais feliz do mundo. Pelo menos, as minhas tolices podes sempre contar :x

Sabendo que o número não pára de crescer, alguma coisa de bem devo estar a fazer. Por cada carícia, brincadeira, palavra ou sorriso, ou apenas um recostar no meu peito, entendo estar no caminho certo para que possas ter tudo aquilo a que tens direito. De mim, do que te rodeia e do mundo inteiro. Temos direito a formar uma equipa vencedora, no que é o "nós" no que representamos "nós" e no que pretendemos para "nós". Sei que me entendes no que quero dizer e no que anseio para que a vida nos transporte para algo que a expectativa e o destino sabem que foi feito e escrito para justamente "nós".

Data especial,
aquela que serve de sinal.
As que virão por amor
e ainda com mais esplendor.

By Me

From your  Wobe,
To my Wobe

*@

sexta-feira, 9 de março de 2012

A economia vai recuperar...



Dizem que a economia recupera para 2013, que vamos sentir que estamos de volta à acção, embora com a incógnita de saber se Portugal vai ou não voltar aos mercado.

Confesso-me um "crente" em Portugal, na sua capacidade de superar uma situação difícil, apesar de 30 anos de facilitismos e subsídios e outras coisas cujos nomes não ouso pronunciar que fizeram o País gastar mais do que produzia.

Nesse caso há que encarar esta situação com frontalidade, se queremos ver-nos na mó de cima, temos de admitir um longo caminho pela frente de rigor e controlo orçamental, familiar e em todos os aspectos da vida. Foi a isso que os tempos nos obrigaram, e exceptuando aquelas crises cíclicas que não podemos escapar por afectarem todos os países "desenvolvidos", temos estas que podíamos e devíamos ter impedido por terem sido umas más decisões atrás das outras, sem que ninguém se tivesse importado com o assunto.

Nem aponto a este ou aquele governo, o que um criticava, ia a seguir para o governo e fazia igual ou pior do que aquele que criticou, e nesta vida os erros pagam-se caro, principalmente a nível financeiro/económico.

Para já e sem notícias nem eventos mais pessimistas (como o buraco da Madeira) podemos acreditar que devemos caminhar num bom sentido para sair do sítio em que estamos.