quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Se eu gosto... why not?



Gosto da sensação de pegar na folha de papel, abrir um caderno, como se um ranger das folhas se fizesse sentir e de uma magia que estivesses prestes a acontecer quando coloco a caneta em cima do papel pronto para o inesperado.

Tão inesperado quanto a minha mente for, das ideias e palavras que eu escolher, da forma que a caneta se esforça para não deixar nada para trás, impondo-me a mim os movimentos de delinear e contornar a linha a meu belo prazer.

Quem escreve por gosto, descobre uma capacidade de contar uma história, de esboçar emoções e de escrever sentimentos, de riscar e apagar o que não se quer que fique escrito.

Aprecio o toque na folha já escrita, nas palavras firmadas na superfície da folha e da ordem natural com que se somam numa mancha de tinta espalhada pela folha. São palavras que no geral não querem dizer nada sem a ligação uma das outras, mas que em conjunto e na ordem certa transmitem aquilo que a pessoa quer.

A força e o poder da linguagem no seu melhor e no seu mais elementar...

Gosto!

domingo, 16 de setembro de 2012

"Avé Commedia Cheia de Graça!"


Ontem tive a continuação da celebração dos 4 Séculos com a minha mais que tudo. Entre outras coisas que resolvemos fazer, uma delas foi assistir ao espectáculo: Avé Commedia Cheia de Graça.

Posso dizer que foi de rir do princípio ao fim, e que a interacção e talento são as qualidades que mais se podem destacar em três sujeitos, que de nada ao acaso tem. No meio dos sorrisos e das piadas de improvisação.

De entre muitas coisas que podem estar mal no país, uma das coisas que se pode sempre apontar no seu inverso, é das pessoas que trabalham na área do teatro que são extremamente dotadas.

Foi certamente um espectáculo que valeu a pena e que fica desde já recomendado.


quinta-feira, 13 de setembro de 2012

4 Séculos *@



To me being in love is the most important thing in the world.

The rmain reason for this to be this way, is because the person i have by my side is the most wonderful and talented woman i've ever met.

This is the one that knows me in the best way, and the one that understands how i feel in any situation. I know that to find such a person to match me like this, it's probably cause it's a fallen angel sent to make fall eternally in love for her.

And so she did it... we did it, we are doing it and we will continue to do it our way.

To my sweet soul and reason of my every day living... I love you trully maddly and deeply!

*@

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Jogos Paraolimpicos 2012


Ontem assisti a uma demonstração verdadeiramente surpreendente do que pode ser uma abertura de uma competição e festa em todo o seu pleno.

Para quem ontem acompanhou na RTP2 a abertura dos jogos paraolimpicos, não ficou certamente indiferente ao talento, às proezas e à evolução de pensamento e de atitude perante pessoas verdadeiramente gigantes, apesar de limitações físicas, são capazes de atingir metas brilhantes e de invejar os que nenhuma "limitação" têm.






A chama está acesa e os jogos olimpicos podem começar!

O meu apoio claro vai para o meu País que está muito bem representado, por imensos atletas que têm todos os motivos para nos fazer acreditar de que somos capazes de atingir grandes coisas.




Força Portugal!

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Jogos Olímpicos 2012 - Balanço


Acabou o maior evento do ano numa das capitais mais carismáticas do mundo.

Época de grandes festividades e uma ode à prática do desporto, é um acontecimento que encerra em si uma harmonia única e em que todos os países competem de forma igual nas várias modalidades em busca da vitória.

Com as vitórias vêm as medalhas, e com estas a alegria de um País em ver que chegou ao topo. Contudo para Portugal, isto não é assim tão fácil, por vários motivos, acabamos em 2012 apenas com uma medalha de prata, no Remo. Esta modalidade nem era a que mais expectativas criava, e no entanto foi a que mais surpreendeu.

Podíamos ter conseguido mais e melhor noutra modalidades, com pena minha não pude ver a bandeira portuguesa ser mais vezes içada.

A próxima edição dos jogos olímpicos será no Brasil, onde ainda mais alegria irá dar, pela língua portuguesa a ser falada por todo o mundo.

quinta-feira, 26 de julho de 2012

Cá ando em Férias

Bem cá ando eu, como bom rebelde e mal educado de serviço que nada digo aos meus leitores à uns dias, posso finalmente dizer que ando por partes longínquas e que estou com saúde para dar e vender.

Quanto a novidades, as férias são para muitas surpresas e isso será o que muitos já podem imaginar como trabalho de casa.

Divirtam-se!

sábado, 21 de julho de 2012

Hakuna Matata


Saudações,

Venho por este meio expressar mais um pouco dos meus pensamentos, numa noite que se afigura longa, não só por o calor não permitir uma imensidão de actividades que era possível que ajudassem o tempo a passar mais depressa, como também a disposição já proporcionou melhores ideias do que agora.

Seja como for e como é aceite por todos que nunca podemos estar sempre bem dispostos, isso significa que quando não estamos no nosso melhor estado de espírito, algo tem de ser feito para passar o tempo em que estamos justamente de rabo virado para o mundo.

O que fazer primeiro?

Há quem procure praticar rotinas com as quais se identifica e retira o "prazer" devido das mesmas, pessoalmente eu não sei conviver com esses "estados de graça" que o destino me reservou. Passo por um misto de querer fazer tudo e ao mesmo tempo nada, dado que o tudo me chateia e o nada me aborrece, fico no loop para saber qual delas cede primeiro.

Admito que para muitos nada disto faz sentido, mas também o grau com que podemos demonstrar o nosso descontentamento ao mundo pode ser do mais variado, ao passo que para estar bem já existem muito menos vias para enaltecerem o nosso espírito e corpo para repor o nível de bem estar e paz. Quando assim é, e enquanto o tempo não se decide a passar, a cabeça a voltar ao lugar e a irritação momentânea teima em rodopiar na nossa cabeça, o melhor que encontro em mim é algum silêncio para o pensamento não toldar.

Por outro lado, o grau com que posso estar neste espírito varia, consoante a origem do aborrecimento, afinal virar o traseiro ao mundo não é um acto de piedade nem de sarcasmo 'per si', é antes uma atitude do ser querer colocar-se na posição mais inóspita que a sociedade pode considerar "de traseiro para o mundo".

Nestes minutos que o teclar anota um ritmo característico de quem está a processar demasiada informação para a velocidade a que os dedos podem acompanhar (decerto já aconteceu a todos), acabo por aperceber-me que ainda bem que não acompanham, já viram o que é no vosso pensamento a infindável quantidade de pensamentos ou raciocínios que ocorrem por segundo ou minuto, do mais genial ao mais estúpido, e que se traduziria na tentativa frustrada dos dedos representarem a nível escrito: "ahgidapohguiadglakdjhapuengadjngpauhpuhgjgybffihoihoudydkkoihhdaetephu" e por aí adiante.

Neste silêncio, perguntas são lançadas para o vazio, retornando respostas cheias de nada, ou da informação que eu já tinha e julgava não ter. De uma omnipresença do pensamento e de um equivaler do divino ao meu pensar, como se uma lâmpada tivesse sido acendida de repente e o universo que num estado inicial aparente de: estimo que ele se lixe com "f". No fundo não é mais do que desejar que nós próprios saibamos voltar a nós mesmos, a quem somos reconhecidos como uma pessoa de bem ou de saber dentro do que é adequado (ai tanto conceito subjectivo!), mas que acaba por representar em si uma normalidade do agir e reagir ao que nos vai sucedendo na vida...

Somos nós, cada um si, cada um olhando para si e fora de si entrando em si novamente, seja o ponto em que nos encontremos o objectivo é claro: voltar ao familiar e ao confortável de nós mesmos e de quem nos rodeia. Só assim estamos bem, porque haveríamos de fazer algo que corrompa esse mesmo bem estar?