sábado, 30 de janeiro de 2010

5 Coisas que odeio em ti!


Ora bem isto foi um desafio lançado pela minha Pintainha em deslindar as cinco coisas que odeio nela...

A tarefa não é fácil mas depois de alguma ponderação foi fácil encontrar as coisas que posso dizer que odeio.

1º Odeio que seja tão atraentemente batotas!

2º Odeio que saibas levar-me a melhor!

3º Odeio ter esperado tanto tempo por ti, não me esqueço de todos os anos que passei sem ti e vais ter muito que compensar!

4º Odeio que haja coisas coisas que não saibas parar de roer :P

5º Odeio no fundo não ter nada que odiar em alguém que simplesmente me completa a 100%!

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sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Challenge



O desafio que vinha aqui propôr era que escrevessem sobre o que é que vêem ao espelho, não só fisicamente mas também intelectualmente, medos, marcas, cicatrizes, ansiedades...

Segundo Desafio


"Quando consegues o que queres será que queres o que conseguiste?"

Este qui pro quo acaba por se basear numa dupla finalidade que na nossa vida tentamos alcançar quase numa base de circulo vicioso.

Vamos lá decompor esta questão: quando consegues o que queres (...) isto parece uma parte básica da nossa vida, numa luta constante e diária por atingir os nossos objectivos em busca de algo melhor, de algo aliciante, de uma meta profissional, pessoal, social, académica, etc.
Quando conseguimos ficamos contentes, felizes por vezes até realizados, acredito que em menor ou maior medida um sentimento de dever cumprido nos possa invadir o mais íntimo do nosso ser.

A segunda parte: será que queres o que conseguiste?

Aqui se calhar será uma dupla perspectiva de ser analisada, a primeira tendo a ver com um claro sim, na medida em que hipoteticamente chegar a um determinado sítio acaba por ser o factor relevante para nos abrir novas portas e nos fazer suspirar de alivio e na convicção de que absolutamente queremos o que conseguimos.

Só é que numa segunda perspectiva, temos de dizer: não quero o que consegui, porque se for só isso que tenho de aceitar não me vai chegar, não vou conseguir contentar-me com tão pouco do tanto que há por aí e que podia significar eu chegar tão mais alto e tão mais densamente mergulhar em algo que eu desejasse profundamente, como conhecimento ou cultura.

O ser humano quer sempre mais e por muito difíceis e complexas que aparentem ser as escolhas, temos de as fazer. Pessoalmente não fazer nada não nos ajuda em nada, porque ficamos sempre a pensar no que podia ter sido e no que teria acontecido no virar dessa página...

Eu quero sempre o que consegui e quero sempre conseguir mais e mais :)

Chamem-me ambicioso ou algo parecido i don't care :P

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Dia a dia


O que acontece de mágico nesta sucessão de dias?

Todos nascemos não é verdade? E a partir daí costuma-se dizer que é uma contagem decrescente até ao dia do "Juízo Final", ou numa versão mais neutra a nossa morte.
Azar dos azares para quem pensava que vinha para ficar toda a eternidade a comer, fazer o amor, viajar, dormir, trabalhar no seu ofício de coração, ver os seus filhos crescerem por toda a eternidade, etc... Isto dito desta forma até faz parecer algo assustador a possibilidade de vermos a nossa vida protelar-se "ad eternum" não acham? Estive num diálogo circundante deste tema à uns dias com a minha menina e o meu sogrinho, e realmente não há muita beleza numa eternidade em que por exemplo das 2, 1. Ou quem nos rodeia não é eterno e então vemos tudo o que está à volta nascer e morrer à excepção de nós que continuamos a viver forçosamente, parece mais um castigo ao fim de uns séculos de que propriamente um milagre. Ou então se tudo fosse eterno e não houvesse esse tipo de enfermidade passados 80 ou 90 anos, o que iria acontecer era que as mesmas caras, mesmas pessoas e tudo exactamente igual estaria no planeta cada dia da nossa vida eterna e tornaria tudo muito mais monótono não acham?

Havia uma música dos Queen... Who wants to live forever:

There's no time for us
There's no place for us
What is this thing that builds our dreams yet slips away
from us

Who wants to live forever...

Sinceramente, tudo que rodeia a vida tem um propósito específico de um teor de sacralidade e protecção legalmente expressa concernente à vida. Porquê? Porque é um bem inviolável, acima de tudo o resto, no qual não pode ser ameaçado nem posto em causa por um momento que seja. Assim a sociedade entendeu ser o correcto... A vida é nossa e a mais ninguém pertence, o seu destino é nosso para decidir, e mesmo apesar disso não podemos fazer dela o que quisermos a nível legal, o suicídio não é admissível, mas como é óbvio entendam que em termos práticos ninguém vai andar atrás de vocês para não se suicidarem... Os comboios que o digam.

Agora vem a parte mais densa da coisa, havia um senhor que uma vez em conversa me disse que havia estado numa guerra. Nessa guerra ele viu muitas coisas, das quais algumas nunca poderá esquecer, é realmente uma coisa intensa e levada ao extremo, é uma sensação de estar num constante alerta, pois o inimigo pode estar em qualquer lado.
Depois durante esse tempo no qual ele fez questão de referir que saiu de lá com vida com muita sorte, aquilo que o fez dar outro valor à vida. Realmente se aplicarem isto a certas coisas e momentos da nossa vida, irão ver a verdade que isto encerra, o ser humano por natureza opta sempre por dar tudo por garantido e é raro aquele que a priori consegue ter as precauções e gozar de todos os momentos que o tempo lhe dá para passar com alguém ou alguma coisa... Quando desaparece percebemos que afinal haveria coisas que devíamos ter feito de forma melhor para termos aproveitado o momento muito mais ao máximo. Essa ironia da vida é aquela que o tal senhor teve a gentileza de partilhar comigo e conseguiu ver a vida por um fio e saído dessa situação decidiu aproveitar bem cada momento da sua vida, também o tornou muito mais humilde e honesto, porque quando as pessoas estão com o corpo e alma em paz, não há necessidade para enredos ou dramas psicóticos de que origem for. Até o seu respeito para os outros tornou-se algo diferente que ele intuitivamente por essa experiência tem bem vincado em todos os dias da sua vida.

Será preciso sempre passarmos por algo trágico, ou então estarmos na eminência de perder aquilo que nos faz mais falta ou algo que mais gostamos para começarmos a apreciar e a dar o devido valor à coisa em questão?

Não posso dizer que seja a pessoa ideal, porque também tenho os genes humanos... mas sei que há coisas que não quero ficar sem elas na vida, e pessoas que não vejo a vida a ter esse nome se elas não estiverem lá. Penso que isso pode querer dizer alguma coisa.

Carpe diem meus amigos:)

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Ajudar o Haiti


Grandes tragédias acontecem no nosso planeta. Talvez em pleno século XXI tenha sido uma das maiores pois embora o país não seja propriamente grande, a verdade é que foi um dos claros exemplos de que a natureza num dos seus golpes de fúria é capaz de ruir tudo o que o homem construiu durante muitos e longos anos.

Não se pode dizer que o terramoto que abalou o Haiti tenha sido uma surpresa no sentido "tout cour" mas pode-se dizer que ninguém está à espera de ver tudo o que o país construiu ser arrasado. Não houve estrutura com a mínima dignidade que tivesse subsistido a tal catástrofe...

Nestas alturas de tragédia o povo tende a repetir um comportamento que é virarem-se para os seus líderes e pedirem ajuda para evitar males maiores. O único problema foi ver o Presidente do Haiti sair do país e ao que se pode apurar até agora, não houve qualquer benefício para o país, a primeira reacção ao saber que o seu Presidente não se encontrava ao seu lado numa altura de tão grande necessidade, aposto que não o tornou nada popular... Quem sabe o povo guarda alguma da sua memória para limpar o sarampo ao presidente... População desesperada, já se sabe que grandes horrores acontecem.

Imagens brutais no mau sentido foram divulgadas pelas televisões do globo que deram a conhecer o que de tão mau se passava por lá. A fome, a doença derivada da decomposição dos corpos, milhares e milhares deles amontoados nas cidades onde a população procura selvaticamente encontrar alimentos e tudo que os possa tirar da situação limite de risco à sua vida.

A ajuda nestas alturas nunca é demais, existe uma data de protocolos a nível governamentais que por sua vez dependem de aprovação de organizações supra-governamentais como é o exemplo da União Europeia, ONU, etc...

A nível comunitário tive a oportunidade de ver algo na televisão que estava relacionado com a aceitação de ajudas por parte dos países membros da UE e que a própria UE decidia os meios que aceitava ou não.

A nível da ONU, o desastre foi pior, porque se do lado europeu houve uma maior organização para conseguir disponibilizar a ajuda o mais cedo possível, a nível das Nações Unidas, o que se passou com a chefia americana a controlar as operações no terreno, fez com que milhares de aviões continuem pendentes de aterrar e colocar os meios à disposição de quem precisa. Dado que os dias continuavam a passar e a situação não estava propriamente a melhorar, novas medidas foram implementadas. A comida e bens de primeira necessidade começaram a ser distribuídos por pára-quedas, enviaram navios que são hospitais ambulantes para os portos da capital do Haiti para poderem satisfazer o maior número de pessoas, dotados de especialistas em vários sectores e com capacidade elevada.

Bem a rapidez para quem está no terreno nunca é suficiente e vê-se o instinto humano em caso de sobrevivência a vir ao de cima... é triste ver como as pessoas podem virar autênticos animais em situações limite, como é o caso da violência e das pilhagens que estão a assolar todo o país... Os capacetes azuis já têm tanto trabalho a manterem a segurança dos médicos e caravanas de mantimentos que vão sendo transportadas para o próprio país, ainda não há ordem suficiente para tratarem de aspectos mais focalizados...

Alegrem-se pelo menos nem tudo é mau ou mal organizado, no meio destas coisas deploráveis temos também "milagres" de pessoas que depois de 11 dias debaixo de terra ainda conseguem ser salvas com vida, é verdadeiramente espantoso do que o ser humano é capaz... para o bem e para o mal.

domingo, 24 de janeiro de 2010

Naze...


Trully is that kind of wondering walk that takes us to somewhat cloudy path. When certain questions emerge, and certain actions are pointed to you, what will you do to deflect it?

It not always easy to get this solved, and even if you know that solution sometimes is rather easy you will face those kind of hesitations typical from the surprise and lack of reaction for what shouldn't have happened but what do you know... it did!

There isn't any easy way of getting past this, but for sure you can believe in yourself, the ones that have nothing to fear shall face everything with his chin rising to the sky. Usually there is some kind of problem to expressing when you decide to open your mouth and speak it out loud, but what to do?
Hum... you want to know what do i do? lol i rather not...

Ok you insist i get it, i'll tell you then... If i needed to answer something like that i like to be as sincere as i can, but i am no example even though i am writting this cause i have a smooth temper that makes me boil easily. Nonetheless if i don't get pressured it is easier to make this exactly as i make them in my mind. But what the hell we are humans for something right?

Imagine this example, me and my soulmate get into a discussion about some random topic that made someone curious and wanted to know better it's origin.. are you following? Ok so after the conversation continues to develop i get to a point if she doesn't let it drop dead and i have to say anymore that i did it seems kind of hard to say something to express myself. But that's my problem i like short conversations about serious themes about myself, otherwise i start to lose track of where i left myself to.

But there is always some light in these problems, you know where your destination is, what your heart tells you to follow, and you know it is the right thing, cause that is the only thing that can rest your body and soul quiet. Maybe what i'm saying isn't making much sense but i can only express from what i know and can answer with my life.

The question is all about the "Naze..." Naze, naaaze, náze, náaze... we won't do much more that wonder about it right?

Conclusion, get home, find your home, your shelter, your only place where you feel you belong, that will give you the next step for sure.

At by that i give you this part of lyric:

Somethin' in your eyes, makes me wanna lose myself
Makes me wanna lose myself, in your arms
There's somethin' in your voice, makes my heart beat fast
Hope this feeling lasts, the rest of my life

If you knew how lonely my life has been
And how long I've been so alone
And if you knew how I wanted someone to come along
And change my life the way you've done

It feels like home to me, it feels like home to me
It feels like I'm all the way back where I come from
It feels like home to me, it feels like home to me
It feels like I'm all the way back where I belong.

Sweet :) *@

sábado, 23 de janeiro de 2010

Desafio Aceite!

Aqui estou eu para responder ao desafio feito pela minha mais que tudo.

Para quem não sabe o que estou a falar, o desafio consiste em escrever sobre um determinado tema.

Desta vez é o seguinte: "escrever um texto sobre o medo do desconhecido. O porquê desse medo nas pessoas? Que é isso de desconhecido? Qual é a sensação que nos assalta quando temos medo?"



........................................................................................................................ Será que a primeira abordagem a este desafio devia ser sentir medo do tema que me desafiaram?
As questões que o tema desafia a resolver são bastante mais profundas do que se pode pensar. Para uma criança seria por instinto uma resposta óbvia do "porque sim", mas nós sabemos algo que eles não sabem, a vida deixou-nos sentir o medo como as crianças não sentiram numa óptica menos fantasista. Devo contudo fazer uma ressalva porque a origem do medo mesmo nos infantes tem o mesmo fundamento.

No norte, de onde eu sou natural, contava-se uma história às crianças sobre um dito homem do saco, que levava as crianças mal comportadas, ou então que não estavam a dormir quando os pais as iam ver. Confesso que à primeira vista isto é de todo despropositado, mas na altura como é que eu ia diferenciar se era ou não mentira? A primeira coisa que me apercebo à medida que vou falando disto é que temos neste caso pessoas que nos fazem sentir seguros contra tudo o que de mal pode acontecer no mundo, mas ao mesmo tempo perante o "homem do saco" verificamos que até os super heróis que são os nossos papás pareciam impotentes perante tal entidade. À partida esse sinal de receio deles acaba também por passar para nós porque a nossa fonte de verdade e conhecimento vem directamente dos nossos progenitores.

O medo afinal é o quê? Que sensação esquisita que nos invade o corpo, nos deixa dormentes e ao mesmo tempo tremelicantes? Parece que há algo que não nos deixa perceber o quê mas que temos a certeza que o melhor é mesmo meter-nos debaixo dos cobertores e esperar que passe. Por outro lado, temos também uma grande certeza que é a de pelo menos 1 vez na vida toda a gente sentiu medo. Para quem não me acompanhar neste raciocínio façam o seguinte teste...

1º dia na escola, 1º dia que foram conhecer um tio que tinha uma voz profundamente grossa e voz deixava assustados, 1º dia que foram à natação, 1º dia que foram a um acampamento, 1º dia que foram fazer bungee jumping?

O ponto comum disto tem a ver com a primeira vez que estivemos numa infinidade de acontecimentos ou experiências que por alguma razão nos tiravam do nosso porto de abrigo ou da nossa "safe zone" para irmos de encontro ao desconhecido. Digo isto porque nunca tínhamos vivido nada semelhante e por essa razão acabamos por sentir uma enorme necessidade na nossa cabeça de por não saber todas as dimensões, actividades, contornos, objectivos, etc... o que acontece? Buh! Medo!
Ninguém gosta de ter o dito cujo, mas de facto podemos também dizer que ninguém tem controlo sobre o mesmo... Mas não há nenhuma forma de o ultrapassar? Depende do conceito que estivermos a utilizar, contudo posso afirmar que há esperança!!!

Porquê?

Simples o medo acaba por ser ultrapassado não só pela passagem pela experiência que por vezes não é suficiente, mas em compreendermos que o que não conhecemos depois de passar a conhecido não tem mais margem para a imaginação ou a suposição do que será que haverá ali ou acolá. Tornasse familiar e daí que para o considerarmos uma coisa normal e natural de estar à nossa volta, aquele desconhecido e medo dissipam-se por completo... ou pelo menos até encontrarmos algo que não conheçamos e com razão tenhamos algum receio do que pode ser.

O que é o desconhecido? Algo que não conhecemos por definição e nos está vedado à mente e ainda não fomos desafiados a entrar em contacto com o mesmo. Depois como se esse conceito já não fosse incógnita suficiente ainda temos de lidar com as imaginações férteis de quem nos rodeia... Acreditam que antigamente quando Portugal iniciou os descobrimentos se dizia que no Atlântico a água fervia e derretia tudo o que por lá navegasse? Ou que estava cheio de monstros que impediria qualquer homem que por lá se aventurasse de regressar vivo.
Esta teoria de fundamento clássico (Gregos e Romanos) foi rapidamente evaporada pelos bravos lusos que decidiram que nada do que era dito podia ser realmente fiável enquanto não se pusessem eles mesmos à prova! Fizeram-no e descobriram todo o mundo! O desconhecido deixou de existir neste campo, havia uma humanidade enganada com base em dizeres de eruditos e estudiosos que apenas justificaram o que não podiam conhecer não como uma limitação técnica ou tecnológica mas como uma crença superticiosa e recorrendo a mitos que assustavam as pessoas. De certa forma, acredito que nem tudo isto era ingenuidade, só por uma coisa simples: reconhecerem o seu limite era de certa forma colocar em questão tudo o que eles próprios sabiam como certo, daí o recurso a dogmas... (A Igreja tem feito o mesmo com bem mais sucesso ao longo de vários séculos e continuam a atormentar o medo do desconhecido de uma vida após a morte...) tem a sua ponta de curiosidade se formos ligar diversas áreas da nossa realidade.

A sensação de impotência e de terror de algo que está fora da nossa concepção mental e física do qual o mais que sabemos por vezes é apenas o nome e se nunca o tivermos ouvido ainda vai causar mais pânico.

Uma coisa é certa, as coisas que temos realmente medo, normalmente é porque de uma forma nem que inconsciente lhe atribuímos a capacidade de nos tirar algo que gostamos ou algo que nos possa magoar e lhe ganhamos uma aversão terrível.

Just one piece of advice, don't be scared like a pussy cat... just face it with reason, everything will get a new light after you give it some thought or just face it like a man.

- Buh!
- Yeah...
- BUHHHH!!!!
- Hm hm...
- Oh you already now that there isn't any reason to be scared?
- Yep.
- Then i'm going to scare the next person if you excuse me and until the next fear, fairwell!
- Have a nice journey :)